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PIB do transporte cresce 3,6% em volume no primeiro trimestre de 2021

Santos, SP 14/9/2021 –

Murillo Sperandio, Diretor Comercial e Operacional da Costa Brasil, identifica e distingue os modelos de processos logísticos que foram essenciais para o crescimento do setor.

O Produto Interno Bruto (PIB) do transporte registrou um aumento de 3,6% em volume de serviços no primeiro trimestre de 2021 em relação ao último trimestre de 2020, de acordo com o Radar CNT do Transporte, divulgado pela Confederação Nacional do Transporte, a partir de indicadores publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Seja em indústrias, no varejo, no agronegócio ou até mesmo em hospitais, a logística é um dos principais pilares para o pleno funcionamento de qualquer negócio. E para que o sistema de transporte também seja efetivo, por contemplar muitas etapas, é indispensável planejar, executar e controlar de forma detalhada a movimentação de cargas, envolvendo o empacotamento, armazenamento, monitoramento, criação de rotas, entre outros processos que compõem a cadeia logística.

Esse planejamento vale para todos os tipos de transporte: rodoviário, que representa 65% do sistema logístico brasileiro; ferroviário, responsável por 15%; cabotagem, com 11% de participação; hidroviário, dutoviário e aeroviário, que dividem os últimos 9%, de acordo com o Plano Nacional de Logística do Ministério da Infraestrutura. E, com a ajuda do especialista Murillo Sperandio, Diretor Comercial e Operacional da Costa Brasil – empresa especializada em Operações de Transporte Multimodal (OTM) –, será possível entender também os tipos de logística disponíveis no panorama brasileiro, sendo elas: Logística de Suprimentos ou Abastecimento, Logística de Produção, Logística de Distribuição, Logística Reversa e Logística de Informações.

Sobre a Logística de Suprimentos ou Abastecimento, Sperandio comenta que “essa foi a primeira, surgiu na Primeira Guerra Mundial, quando os grandes comandantes descobrem que a chave para a vitória é manter o seu escalão bem suprido”. Ele completa dizendo que “nas últimas décadas, tem tido foco em eficiência e é grande ferramenta para redução de custos aliada à tecnologia, um grande percentual dos nossos itens mais básicos fazem parte da Logística de Abastecimento, seja commodities ou itens essenciais como água, luz e gás”. Resumidamente, esse modelo é responsável por garantir que a matéria-prima e/ou o produto esteja onde deve estar no momento da demanda, priorizando qualidade e tempo, sendo para produção ou para venda.

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Enquanto isso, a Logística de Produção, segundo Sperandio, “é o berço do conceito de Ronald H. Ballou, grande nome da área, que diz que logística significa item certo no lugar certo com o prazo certo”, nascendo também o famoso Just In Time, que é o sistema com o objetivo de produzir de acordo com a demanda, de forma ágil e sem formar estoques, fazendo com que a mercadoria chegue a seu destino no tempo correto. Ela se relaciona diretamente com o processo de transformar insumos em um produto final, está presente principalmente em indústrias e exige controle minucioso da movimentação de cada material, desde a chegada à fábrica, a montagem, a embalagem até a armazenagem. Conhecer bem os hábitos de consumo e a sazonalidade do segmento é fundamental para evitar desperdícios e, consequentemente, prejuízos financeiros.

Um estudo realizado pelo site Reclame AQUI revelou que reclamações de atraso na entrega de produtos aumentaram 61% entre março e abril de 2020. Esse número também tem relação ao crescimento de pedidos durante a pandemia, mas demonstra quanto os clientes estão valorizando entregas mais rápidas no momento de decisão de compra. E é sobre isso que a Logística de Distribuição trata: o sistema que leva o produto até o consumidor final e possibilita o comércio eletrônico. Por ser o tipo de logística que mais tem contato com o público, requer cuidado e atenção redobrados para alcançar máxima satisfação dos consumidores.

Já sobre a Logística Reversa, “as legislações, os acordos mundiais de sustentabilidade e a responsabilidade social das empresas têm feito com que a Logística Reversa seja vista como algo que agrega valor ao negócio, desde a volta do produto adquirido no e-commerce para troca até o retorno de embalagens para a reciclagem”, afirma o diretor. Ela torna a cadeia mais sustentável, para a empresa e para o planeta, construindo maneiras de reaproveitar materiais para que tenham uma vida útil mais longa.

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Por fim, Sperandio complementa com um quinto tipo de logística, ainda pouco comentado por ser uma tendência, que é a Logística de Informações: “ela trata de fluxos que se confundem dentro da Tecnologia da Informação (TI) e da ida e vinda de informações, com foco no aprendizado de Business Analytics, uma grande análise de todos os dados que são coletados atualmente e o tratamento deles”. O objetivo é enxergar possibilidades de tomada de ações a partir da logística correta desses dados.

Website: https://www.costabrasil.com.br/

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